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Cris Corr�a
25 anos
S�o Paulo - S.P



A mesma for�a que faz na cris�lida a lagarta
transformar-se lentamente em borboleta, faz da
minha alma uma metamorfose cont�nua...

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Porque Frenesy??

Pra quem n�o sabe, frenesi significa:
"inflama��o cerebral-del�rio proveniente dessa inflama��o",
a grande massa sofre desse mal, e os que deveriam ter suas mentes curadas, infelizmente, tamb�m.
Acompanhe os posts e tente entender mais sobre essa "doen�a".


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Cristiny On Line

11/04/2007 04:14

Hj tem MARMELADAAaAaAaAaA??????

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De Hernandes a Valadão!



Peguem a pipoca, procurem um lugar e sentem que o show vai começar!!!!



O circo é umas das mais antigas artes de espectáculos do mundo. Teve origem em povos nômades da Eurásia.
O circo Gospeles não é diferente surgiu a anos e anos atrás e a cada ano se "renova" com muita palhaçada, números "inovadores", pro total DELÍRIO da galera.










Existem muitos tipos de circo: circo de rua, circo tradicional, circo chinês, circo russo mas o circo onde existem mais diversidade, palhaçada, bagunça e muita MARMELADA se chama CIRCO GOSPELES Brasileiro.







Esse universo circense é na verdade um conjunto de diversas artes: falcatrua, malabarismo, heresias, palhaço, acrobacia, G12, adestramento de animais, equilibrismo, manifestações estranhíssimas, magica,ganancia, MIR,etc...






Postarei algumas dessas "artes" do Circo Gospeles que li no site:

http://webbethel.com/gondim09.htm

Quatro episódios e muitas inquietações.

Ricardo Gondim Rodrigues


Primeiro episódio:

A pastora Miriam Silva prometera algumas surpresas para o próximo culto. Na data marcada uma pequena multidão superlotou o seu auditório em São Paulo. Disputavam lugares até nos corredores. O ar pastoso do calor não inibia a euforia que passava de pessoa para pessoa. Ondas de uma eletricidade emocional causavam arrepios em todos. Cantaram-se alguns hinos; todos convocando os crentes para uma batalha. De repente, as portas que ladeiam a plataforma do templo se abriram e a pastora Miriam entrou. Vinha acompanhada por alguns dos seus oficiais. Apareceu trajando um uniforme militar com camuflagem e carregando uma baioneta pendurada no cinto. Marchou até o centro, sempre rodeada de seus oficiais. Todos igualmente fantasiados. A voltagem subia a cada hino que se cantava. De repente abriu-se mais uma porta e seis homens surgiram carregando um caixão de defuntos nos ombros. Os gazofilácios serviram de apoio para repousarem a urna funerária diante do povo. Agora o frenesi emocional misturava-se à perplexidade. Tudo se mostrava inusitado demais. A pastora Miriam sacou a baioneta e com ela em punho começou a pregar o seu sermão. Culpava a cultura romana pelos percalços da nação brasileira. Afirmou que somos pobres, vivemos no meio da violência e estacionamos em nosso desenvolvimento devido ao “espírito de Roma”. “Esse espírito”, continuou com a voz afetada, “nos ensinou a guardar o domingo e batizar crianças. Temos que matar e esfaquear esse espírito, ele não provém de Deus”. Depois de mais de meia hora condenando o “espírito de Roma”, convocou a todos no auditório a verificarem se suas próprias vidas também não estariam contaminadas com o tal espírito. Abriram o caixão e as pessoas trouxeram um papel escrito, indicando de que maneira estavam maculados por Roma. Quando se aproximavam do caixão, enxergavam-se num espelho estrategicamente colocado no lugar onde repousaria a cabeça do morto. Depois que todos depositaram seus pedaços de papel naquele móvel sinistro, repuseram a sua tampa e esperaram o próximo movimento da pastora. Ela desceu com a baioneta em posição de ataque e logo começou a esfaquear o caixão com força. Lancetava com tanto furor que lascas de madeira voavam pelo espaço. Ao terminar com a sua coreografia, deixou claro para o seu auditório que aquilo não fora apenas uma encenação. Eles haviam presenciado um “ato profético”. Prometeu que depois daquele evento, Deus reverteria a sorte do Brasil.

Segundo Episódio:

Minha secretária anunciou que o Alexandre Souza já chegara. Pedi então que ele entrasse em meu escritório, pois queria um aconselhamento pastoral. Aproximou-se cabisbaixo e me encarou apenas de soslaio, embora apertasse minha mão com firmeza. Notei logo sua timidez. Calculei sua idade por volta dos 28 anos. Os cabelos bem aparados e penteados para a esquerda chamavam a atenção pela negritude. Pedi que Alexandre se sentasse. Iniciei nosso diálogo procurando deixá-lo mais à vontade. Ofereci um copo d’água, que aceitou sem esboçar nenhuma emoção. Achei-o muito quieto. Pensei na dificuldade daquele aconselhamento. Imaginei que gastaria a maior parte do tempo perguntando e ouvindo meras respostas monossilábicas. Ledo engano.

Logo que bebeu o primeiro gole, Alexandre me encarou e perdeu toda timidez. – Pastor, começou sem gaguejar, faço parte da igreja ‘X’ aqui em Fortaleza. Há dois anos estou endemoninhado. – Vim aqui porque preciso de libertação, emendou. Mostrei-me surpreso: - Endemoninhado? Você está em pleno controle de suas faculdades mentais, emocionalmente equilibrado e com um semblante tranqüilo. O que lhe leva a crer que está endemoninhado?

Sua resposta me deixou ainda mais perplexo. – Todas as sextas-feiras eu vou ao culto de quebra de maldições em minha igreja e faz dois anos que eu caio tomado por demônios em todos os cultos. Pela voz não parecia indignado, apenas cansado. – O bispo põe a mão sobre minha cabeça e eu fico agoniado, tenho vontade de tirar a mão dele de cima de mim. É nesse exato momento que acontece... – O quê? Interrompi. – Fico nervoso, com uma aflição muito grande. Quero tirar a mão do bispo de cima de mim. Acabo caindo no chão. Lá me dizem que essa aflição é demoníaca.

Questionei-lhe porque o bispo não conseguia libertá-lo totalmente, já que sua possessão se manifestava semanalmente há dois anos. Explicaram-lhe que esse tipo de demônio é muito esperto. Quando o expulsavam da mente, corria para o espírito. Do espírito se escondia na vontade e da vontade pulava para a alma. Desta forma, continuava cativo mesmo já batizado e mesmo havendo terminado o seu curso sobre plenitude do Espírito Santo. Mostrei-lhe que não era possesso, apenas um inocente útil. Um joguete nas mãos dos líderes que precisavam de pessoas sugestionáveis para valorizar os cultos de libertação da sexta-feira.

Terceiro Episódio:

Roberto Pires pastoreia uma igreja no Rio de Janeiro. Certo dia, resolveu agir, indignado com a violência da cidade. Precisava fazer alguma coisa para reverter a incompetência crônica da polícia. Não cogitou ações políticas, nem imaginou um programa na igreja que melhorasse a educação cívica de seus membros. Sequer lhe passou pela cabeça participar de manifestações ou passeatas exigindo melhor segurança pública. Os óculos teológicos e ideológicos com que enxerga a sua realidade não lhe permitem essas cogitações. Assim, orava em um culto quando lhe veio uma idéia que considerou a mais genial de sua vida - tão genial que ele a relatou por anos.

Correu para o seu escritório, abriu a Lista Telefônica e nervosamente procurou pelos “agás”; queria “helicópteros”. Desejava saber quanto custaria alugar um desses beija-flores mecânicos. Anotou os valores e levou sua idéia para o culto daquela noite. “Irmãos e irmãs, Deus me deu uma visão. Preciso que vocês me ajudem a cumpri-la. Deus mandou que eu alugasse um helicóptero, colocasse um tonel de óleo dentro e ungisse a cidade do Rio de Janeiro”. O auditório irrompeu em palmas, uma oferta foi levantada e o pastor Roberto Pires naquela semana embarcou no mais bizarro sobrevôo que o Rio de Janeiro já teve. Latas de óleo eram derramadas para ungirem a Cidade Maravilhosa. Respingos melados caíram sobre a avenida Rio Branco, na praia de Copacabana e sobre alguns dos morros mais violentos da cidade. Fora o inconveniente oleoso, nada aconteceu; meses depois a violência carioca recrudesceu.

Quarto Episódio:

O pastor Carlos Feijó voltou para Curitiba depois de uma semana em um seminário de batalha espiritual. A equipe que ministrou o curso ensinou-lhe a “decretar sua cidade para Deus”. Ali aprendeu como identificar os limites do seu município e declarar que ele pertence a Jesus Cristo. Aprendeu mais: Se a igreja não souber reivindicar o que pertence ao Senhor, o diabo continuará com direitos legais sobre vidas, espalhando miséria. O pastor Carlos passou uma semana indignado consigo mesmo e com os outros pastores. Por anos não se aperceberam dessa imensa negligência. Foi para casa e orou. Com lágrimas rolando pelo rosto, se propôs a jejuar. No terceiro dia do jejum veio-lhe o que também considerou uma brilhante revelação divina. Há muitos anos aprendera que tanto os leões como os lobos urinam para demarcar o seu território e impedir a invasão de outros machos. Ele precisava fazer o mesmo, como legítimo representante de Jesus – o Leão da Tribo de Judá.

Naquela semana, convocou seus parceiros de ministério para saírem pela madrugada urinando em pontos estratégicos da cidade. Gastaram algumas horas na empreitada. O comboio de carros percorreu vários quilômetros com muitas paradas. Beberam litros e litros d’água; precisavam de muita urina para uma cidade tão grande.

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Esses quatro episódios descritos são verdadeiros. Todos patéticos! Realmente aconteceram nas cidades mencionadas. Apenas os nomes e alguns detalhes são fictícios. Ilustram bem o que invade as igrejas evangélicas no Brasil. Entendo que as pessoas têm o direito constitucional de crerem, praticarem ou pregarem o que quiserem. Entretanto, não deveriam fazer em nome da fé protestante e evangélica. Muito sangue já foi derramado, muitas vidas sacrificadas e muitos missionários afadigados para que testemunhássemos tanta superficialidade.

Além disso, produzem um estrago imensurável em vidas. Muita gente já perdeu a fé. Qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico, depois que passa a euforia e o fanatismo, se sentirá envergonhada de um dia haver participado de ambientes onde imperam tantas tolices. Acabam trilhando o caminho do cinismo ou da revolta. Ambos muito trágicos.

Torna-se necessário que aconteçam denúncias internas para que o evangelho não se desfigure em um “outro evangelho”. Se nos calarmos, mancharemos nosso legado de fé e nos tornaremos culpados por omissão. Quando a igreja deixa de salgar e passa a ser motivo de chacota, para nada mais serve senão para ser pisada pelos homens. Há muito joio dentro das igrejas evangélicas e ele não se parece em nada com o trigo. Pelo contrário, dá-nos vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo. Protestemos, antes que só dê vontade de chorar.

Soli Deo Gloria. Bethel Ministry



Eu digo NÃO, não pra esse evangeliquês que tem sido pregado nos palcos ditos cristãos, não pra esses atos patéticos que tem negado que o sacrificio de Cristo É SUFICIENTE, não pra esses "ministérios de louvor" que hipnotizam as pessoas, não pra esses "lideres" interesseiros e corruptos, não para a teologia da prosperidade,não pra interpretação particular da Bíblia...não...não...não...

Pensem comigo:...pra tudo isso, que essa gnt anda pregando, se tornar verdade é preciso seguir o coelho entrar no "País das Maravilhas", e mudar nosso nome para Alice, né?



"Não há caminhos para quem não sabe aonde vai."Disse o coelho à Alice no país das Maravilhas!

Não vivemos no país das maravilhas e não nos chamamos Alice, vivemos num mundo onde dificilmente nossos olhos contemplam algo "maravilhoso", tudo a cada dia fica pior, homens se matam por nada, gnt morre de fome a cada esquina, pessoas escravizam outras por dinheiro, mas foi onde Cristo veio e mostrou-nos um caminho e nos deixou uma missão, Ele é o ÙNICO caminho e se sabemos para onde vamos devemos segui-Lo, Só Ele é o caminho, a Verdade e a vida, NINGUÉM chega até Deus se não for através Dele.

Vcs devem estar sentindo falta do palhaço, né?
Pois é...diante de tudo isso, de toda essa alienação em massa, em meio a tantas invenções, tanta miséria de Palavra, tanta cara de pau de dizer que fazem o que fazem por que "Deus" mandou.

Eu conclui que é palhaço aquele que senta-se estático a observar o circo "pegar fogo", que não se pronuncia, que aceita e engole o Circo Gospeles a seco, sem ao menos avaliar a luz da Bíblia pra v no que estão pisando na bola, palhaço é vc que vende "benção" a troco de dim dim, que canta que Cristo é o Senhor mas o nega com seus atos, palhaço é vc que ao invés de lutar pela CRUZ de CRISTO tem lutado por um "invangélio" falido e desviado, palhaço é vc que concorda e defende os "lideres" palhaços e toda as palhaçadas que eles aprontam no circo gospeles brasileiro.




enviada por Cris Corrêa






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